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Trump faz nova ameaça ao Irã e fala em possível destruição em meio à escalada de tensão

Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã nesta terça-feira (7), ao afirmar que uma “civilização inteira” poderia ser destruída em meio ao agravamento do conflito na região.

A declaração foi feita por meio da rede social Truth Social, onde Trump mencionou a possibilidade de um cenário extremo ainda nas próximas horas, ao mesmo tempo em que sugeriu que mudanças no regime iraniano poderiam abrir espaço para um desfecho diferente.

A fala ocorre em meio a um ultimato estabelecido pelos Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo, responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo.

Negociações interrompidas e aumento da tensão

Após as declarações, o governo iraniano anunciou a suspensão das negociações indiretas com os Estados Unidos. Segundo a imprensa estatal do país, as conversas avançavam, mas foram interrompidas diante das novas ameaças.

O conflito segue em escalada, com registros recentes de bombardeios em diferentes regiões do território iraniano, incluindo áreas próximas à capital Teerã. Ataques também foram relatados em pontos estratégicos, como a ilha de Kharg, considerada fundamental para a exportação de petróleo do país.

Reações e cenário de guerra

Autoridades iranianas classificaram as falas de Trump como “delirantes” e afirmaram que as ameaças não irão alterar a postura do país no conflito.

Enquanto isso, o governo do Irã intensificou o discurso de mobilização nacional. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que milhões de cidadãos estariam dispostos a se voluntariar para o conflito.

A tensão também envolve possíveis impactos globais, especialmente no setor energético, já que o controle do Estreito de Ormuz é considerado estratégico para o abastecimento internacional de petróleo.

O prazo estabelecido pelos Estados Unidos para uma possível resposta iraniana já foi adiado diversas vezes desde março, enquanto a comunidade internacional acompanha com preocupação o avanço das hostilidades.

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