Parlamentar também projeta Efraim Filho no segundo turno e afirma que o grupo político representa “o novo” na disputa estadual.
O vereador Alexandre Pereira (União Brasil) afirmou que a adesão do médico Jhony Bezerra ao projeto político do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, não deve ter impacto eleitoral na disputa pelo Governo da Paraíba.
A declaração foi dada durante entrevista aos jornalistas Iago Bruno e Marcos Vasconcelos, no programa Paraíba Verdade, da Rádio Arapuan FM.
Segundo o parlamentar campinense, o médico não teria capital eleitoral suficiente para transferir votos em um projeto majoritário.
“O doutor não agrega em nada. Ele não tem voto em campanha. Na eleição passada teve o apoio de um grupo de esquerda e da máquina do Governo do Estado, com hospitais, Hemocentro, escolas estaduais, todo mundo correndo em favor dele”, afirmou.
Críticas ao desempenho eleitoral
Durante a entrevista, Alexandre Pereira avaliou que o desempenho eleitoral de Jhony Bezerra em eleições recentes ocorreu, segundo ele, com forte apoio da estrutura estadual. O vereador ainda questionou a capacidade de transferência de votos do médico em futuras disputas.
“Alguém pensar em levar o doutor para trazer voto é um erro. Ele não leva voto nenhum. Se fosse candidato a vereador em Campina Grande, não tiraria dois mil votos”, declarou.
Projeção para a disputa estadual
O parlamentar também comentou o cenário político para a eleição estadual e demonstrou confiança no crescimento do nome do senador Efraim Filho, apontado como possível candidato ao Governo. De acordo com Alexandre, o senador pode chegar ao segundo turno da disputa.
“Eu creio que Efraim vai para o segundo turno. O novo desse projeto político no estado se chama Efraim Moraes. Os que estão aí já estão postos”, afirmou.
Debate sobre oligarquias
Ao comentar críticas recorrentes sobre a presença de oligarquias na política paraibana, o vereador disse não ver esse cenário com força na próxima eleição.
“Alguém vai falar de oligarquia nessa eleição da Paraíba? Eu quero saber quem vai ter coragem de falar disso. De oligarquia, acho que só tem eu e alguns poucos lá na Câmara”, ironizou.









