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Especialista mostra funcionamento do foguete da Artemis II; veja réplica

Especialista mostra funcionamento do foguete da Artemis II; veja réplica

O foguete SLS (Space Launch System), que será utilizado na missão Artemis II prevista para esta quarta-feira (1º), é considerado o mais potente já construído pela Nasa. Em entrevista à CNN Brasil, Pedro Pallotta, especialista em Astronáutica, detalhou as principais características desta impressionante estrutura que levará quatro astronautas rumo à Lua.

Segundo Pallotta, o SLS se destaca pela capacidade de transportar seres humanos para toda a órbita lunar.

“Esse foguete é capaz de levar seres humanos pra órbita da Lua. Essa missão de agora, Artemis II, eles vão fazer uma passagem, vão fazer um flyby, e eles voltam para a Terra no que se chama de trajetória de livre retorno”, explicou.

O especialista ressaltou que, apesar de suas capacidades extraordinárias, o principal problema do SLS é seu custo elevado.

“O problema desse foguete é que ele é extremamente caro. Ele é um foguete na casa dos 4,1 bilhões de dólares, mais de 20 bilhões de reais por lançamento”, afirmou Pallotta. Além do alto custo, o foguete é bastante pesado, com mais de 1.500 toneladas, embora não seja o mais pesado do mundo, título que pertence ao Starship da SpaceX.

Tecnologia e funcionamento

Durante a entrevista, Pallotta explicou detalhadamente o funcionamento do foguete, que possui boosters laterais essenciais para impulsionar toda a estrutura durante a decolagem. A parte central do SLS é movida por hidrogênio e oxigênio líquido, tornando-o ambientalmente menos impactante. “O interessante é que o que sai desses motores, na verdade, é água. Porque a junção de hidrogênio com oxigênio vai formar água. Então, pelo menos na parte central, ele não é um foguete poluente”, destacou.

A missão Artemis II terá duração de aproximadamente 10 dias. Os astronautas ficarão em órbita da Terra durante cerca de 24 horas antes de seguirem para a Lua. Apesar de ser relativamente curta em comparação com estadias na Estação Espacial Internacional, Pallotta ressaltou que é uma missão com riscos significativos.

O especialista também comentou sobre a participação brasileira no programa espacial, destacando que o Brasil é signatário dos acordos Artemis, o que representa um bom início para participar do programa como um todo. “O Brasil é um país gigantesco e necessita muito de dados espaciais para melhorar a vida do povo, para melhorar a produtividade do agro, para inserir novas tecnologias para a vida da população melhorar”, concluiu Pallotta.

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