A Seleção Brasileira foi derrotada pela França por 2 a 1 nesta quinta-feira (26), no Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos, no primeiro e dois amistosos nesta Data-Fifa.
Mesmo atuando com um jogador a mais durante todo o segundo tempo, o Brasil não conseguiu transformar a superioridade numérica em resultado e voltou a apresentar dificuldades no setor ofensivo.
Superioridade não se converte em resultado
Após um primeiro tempo equilibrado, a França abriu o placar com Kylian Mbappé, que finalizou por cobertura após rápida troca de passes.
Na etapa final, o cenário parecia favorável ao Brasil após a expulsão de Upamecano logo aos sete minutos. A equipe aumentou a pressão, ocupou o campo de ataque e criou volume, mas seguiu pecando na finalização.
Mesmo com mais posse e presença ofensiva, o time brasileiro não conseguiu furar o bloqueio francês com eficiência.
França aproveita contra-ataque
Enquanto o Brasil desperdiçava chances, a França foi cirúrgica. Em um contra-ataque, Olise encontrou espaço e serviu Ekitiké, que ampliou o placar para 2 a 0, mesmo com inferioridade numérica.
O gol escancarou a dificuldade brasileira em recomposição e leitura defensiva, mesmo em vantagem no número de jogadores.
Vini Jr abaixo e ataque pouco efetivo
Principal referência ofensiva da equipe, Vinícius Júnior teve atuação discreta. Apesar de participar de algumas jogadas, o camisa 10 não conseguiu ser decisivo e foi pouco efetivo no último terço.
O setor ofensivo como um todo sofreu com a falta de precisão, desperdiçando boas oportunidades ao longo da partida.
Reação tardia
O Brasil ainda diminuiu com Bremer, após jogada iniciada por Vini Jr e construída dentro da área com Luiz Henrique. O gol deu novo ânimo à equipe, que pressionou até o fim.
A melhor chance de empate veio novamente com Bremer, que finalizou com perigo após cruzamento, mas sem sucesso.
Vaias e alerta ligado
Com mais de 66 mil torcedores presentes (recorde do estádio para jogos de futebol), a Seleção Brasileira deixou o campo sob vaias.
A derrota acende um sinal de alerta, principalmente pela dificuldade em converter domínio em gols, um problema recorrente da equipe.









